5 Métricas de Engajamento Para Aumentar as Visitas do Site

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Nós todos queremos melhorar as visitas no site e ranquear melhor no Google.

Esse é o nome do jogo. Você quer estar onde os usuários estão: ferramentas de busca. De acordo com a Arekestall, “93% das experiências online começam com uma ferramenta de busca. E 70 – 80% dos usuários ignoram os anúncios pagos e focam nos resultados das buscas orgânicas.”

Se você já foi penalizado pelo Google, você pode estar confuso sobre o que fazer agora. Você pode até não saber o que causou o problema antes de mais nada.

Mais comum do que muitas pessoas pensam, simplesmente ter ótimos conteúdos não vai fazer com que você melhore as visitas no seu site.

Você também precisa olhar com cuidado as métricas corretas. Algumas métricas de engajamento te ajudarão a melhorar o resultado nas buscas, e você precisa monitorá-las.

Enquanto o SEO atrai visitantes das ferramentas de busca, a usabilidade diz respeito à conversão — ajudando os usuários a alcançarem seus objetivos.

Muitas pessoas pensam que usabilidade não importa, contanto que o seu conteúdo seja bem otimizado para palavras-chave de cauda longa. Mas na verdade normalmente é o contrário.

Quer melhorar o seu posicionamento em ferramentas de busca? Siga estas 5 métricas de engajamento.

Lembre-se que engajamento acontece quando seus clientes e usuários descobrem valor no seu conteúdo.

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Se você quer melhorar o seu resultado de busca, estas 5 métricas de engajamento valem a pena ser medidas: 

Métricas de Engajamento #1. Visitas no Site Relacionadas aos Rankings

Visitas no site são o sangue do seu site.

Uma forma poderosa de aumentar as visitas no seu site é trabalhando com blog. Dados da HubSpot sugerem que, quanto mais posts úteis você publica, mais visitas no site você irá gerar.

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O Google faz certas presunções. Por exemplo, se o seu site contém conteúdo útil, provê respostas às perguntas dos usuários e é fácil de navegar, as pessoas devem visitá-lo. Muito justo não é?

Não deve ser surpresa nenhuma que o Google pode usar dados de visitação para tomar decisões sobre o seu ranking de buscas.

Muitos SEOs não estão felizes com isso, porque a maioria deles gasta mais tempo construindo links do que testando.

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Cerca de 3 anos atrás quando o Google desenvolveu a atualização Panda, o foco era derrubar conteúdos muito pequenos ou de baixa qualidade.

Isso significa que se você não estivesse provendo valor para os seus usuários, o seu site poderia ser penalizado, e muitos sites foram.

Ao mesmo tempo, tiveram sites que experimentaram muito tráfego.

Sites de autoridade como a CNN e a Mashable continuam a dominar os resultados de busca porque eles geram milhões de visitas a cada mês. Quando você começar a prover valor, vai descobrir que 8% das visitas no site vão gerar 41% da sua receita.

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Tráfego é uma métrica baseada no usuário porque está relacionado com a atividade do usuário. Para sustentar esse ponto, vamos usar o banco de dados de ranking da Moz sobre mais de 200.000 domínios.

Muitos dados da SimilarWeb estão incluídos nesses dados, mostrando resultados como visitas na página, taxa de rejeição, tráfego, tempo no site e rankings. A Moz conduziu um estudo para determinar como essas métricas baseadas no usuário se correlacionam com os rankings de busca.

Essas métricas baseadas nos usuários são interativas, em oposição às características estáticas como meta descrição, comprimento de tags de título, etc.

Dan Petrovich nos mostra como o Google pode usar essas métricas interativas para ranquear páginas tornando as ferramentas de busca mais sofisticadas, enquanto ainda mantém o foco na intenção do usuário.

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De volta ao estudo: a Moz examinou o tráfego direto e o orgânico em um período de 3 meses e descobriu que, quanto mais tráfego o site consegue, maior tende a ser o ranking nos resultados orgânicos do Google.

Muitos especialistas em SEO e donos de sites se complicam quando tentam manipular os rankings de busca. Mas na realidade, o SEO – tão complicado quanto poderia ser – ainda se resume em uma coisa simples: prover valor.

O gráfico abaixo ilustra esse ponto: quanto mais valor você provê, mais valor você receberá.

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As marcas estão vendo os resultados, implementando o que aprenderam com o SEO 101. Elas estudaram o público delas para saber o que ele queria, buscaram frases-chave lucrativas e fáceis de ranquear e então se lançaram na indústria de blogs através da divulgação por email.

Ryo Chibo, fundador da Tintup.com, aumentou as visitas por buscas em 2.600% fazendo o básico. Em janeiro, o tráfego em sua splash page estava em 602 visitas mensais através de buscas. Em março, o tráfego aumentou para 15.746 visitas.

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Tudo o que eles fizeram foi focar no básico do SEO. Eles fizeram pesquisas de palavras-chave, otimizaram para aquelas palavras-chave obviamente e desenvolveram uma estratégia definitiva de SEO que atraía os visitantes certos de sites de autoridade para eles.

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Tentar competir contra grandes marcas na lista orgânica é uma tarefa difícil. Você não verá resultados da noite para o dia. Ao invés disso, você precisa trabalhar duro para aumentar as visitas no site.

Curiosamente, você pode aumentar as visitas no seu site com blog. Profissionais de conteúdo de marketing B2B e B2C usam o blog para direcionar tráfego para seus sites. Na verdade, o blog é o fator número 1 de aumento de tráfego, enquanto SEO é o número 2.

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Como um blogueiro, pode ser que você veja flutuações no ranking de buscas – é normal. Mas se você tiver construído o seu site corretamente e tiver publicado conteúdos úteis e aprofundados, você não tem com o que se preocupar.

Por extensão, ter grandes números de visitas no site resultará em melhores posições no rankings de busca. Quando suas páginas começarem a atrair visitantes que se interessam pelo seu conteúdo, você poderá implementar algumas métricas que o Google usa para calcular rankings:

i).   Tempo no site: Você é capaz de engajar pessoas no seu site? Esse é um dos fatores que o Google considera antes de ranquear uma página mais alto ou não.

Um site que é difícil de usar ou navegar pode atrapalhar seu ranking reduzindo o tempo no site, o número de page views e aumentando a taxa de rejeição. – Brian Dean

Tempo no site como um fator algorítmico é adquirido através de muitos dados do comportamento do usuário que o Google coleta dos usuários de buscas. Quanto mais tempo o usuário fica no site depois de clicar no resultado de busca, mais alta é a qualidade que o Google assume que a página tenha.

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A qualidade do site depende de várias métricas, mas o tempo no site está relacionado à qualidade do site. Um site com mais qualidade é igual a um ranking mais alto e vice versa.

Se você pode aumentar o tempo no site engajando os visitantes e mantendo-os colados no site, você aumentará a qualidade do site e os rankings.

Dependendo da fonte de tráfego e da localização geográfica da maioria do seus visitantes, você poderia querer aumentar o tráfego dos EUA, desde que eles tenham o maior tempo no site.

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ii).   Tráfego direto através do Chrome: A origem do seu tráfego tem um grande impacto no ranking de buscas. Tráfego direto vem de pessoas que já conhecem e confiam na sua marca.

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O Google aprecia sites que atraem tráfego direto, porque mostra que eles oferecem valor. E mais importante, visitantes diretos gastam mais tempo nos sites, muito mais.

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Existem vários navegadores por aí, mas os usuários do Chrome podem ter o seu tratamento preferencial (provavelmente porque o Google é dono dele).

A Growth Traffic tem uma teoria de que “um grande número de usuários repetidos usando o navegador do Google é um sinal de qualidade, e sites de alta qualidade têm rankings melhores.”

Outro artigo recapitulando os pensamentos de um ex-empregado do Google, também conclui que o Google usa dados do Google Chrome para medir o comportamento dos usuários.

Obviamente, sites que geram muitos visitantes diretos (especialmente do Chrome) são percebidos como de mais alta qualidade que sites que conseguem poucas visitas diretas. Isso pode resultar em uma performance melhorada em SEO a longo prazo.

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Certamente, aumentar o tráfego direto do Chrome e outros navegadores se resume a uma coisa: entregar uma excelente experiência ao usuário.

Se você atender aos seus usuários e clientes, eles indicarão outros a você. Essa pode ser a melhor fonte de tráfego SEO, que crescerá o seu ranking orgânico mês após mês.

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Um marketing centrado no consumidor rende visitas no site orgânicas e sustentáveis. Em troca, clientes satisfeitos se tornam embaixadores da marca, espalhando as boas notícias sobre a sua marca e trazendo pessoas que permanecerão no seu site, aumentando suas métricas de tempo no site e melhorando a qualidade do SEO do seu site.

Um empresa de biotecnologia, a New England Biolabs, aumentou o tempo no site em 74%, reduziu a taxa de rejeição em 7,5% e viu um aumento de 13% nas visitas na página através de uma abordagem de marketing focada em melhorar a experiência do cliente.

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iii).   Cliques orgânicos: De acordo com um Estudo da Chitika, o primeiro resultado no Google consegue 33% do tráfego daquela busca. Por consequência, os primeiros resultados vão gerar uma maior taxa de cliques e mais visitas para o seu site.

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Quando você começa a direcionar visitantes para o seu site, você consegue mais pessoas clicando no seu link nos resultados de busca. Isso pode reforçar uma melhora no ranking e melhorar a qualidade do seu site.

Se você está conseguido a maioria dos seus visitantes das mídias sociais, fontes diretas ou tráfego pago, essas atividades baseadas nos usuários enviaram sinais para o Google.

Em troca, o Google começará a ranquear suas páginas melhor por causa dos cliques orgânicos que eles geraram de palavras-chave de cauda longa.

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Dito isso, é óbvio que, quando você aumenta suas visitas, você também estará melhorando seus rankings de busca.

Novamente, isso não acontece da noite pro dia, mas, ao longo do tempo, as atividades dos visitantes no seu site vão impactar a performance nas buscas de uma maneira significante.

#2. Métricas de engajamento de usuário: Taxa de Rejeição e Pageviews

O Google segue os usuários. Um vez ouvi Brian Clark em uma palestra onde ele disse que o Google é como uma criança que precisa ser alimentada.

Enquanto o número de termos que as pessoas pesquisam aumentam e mais e mais pessoas usam o Google, a quantidade de informações que o Google coleta também aumenta.

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Apesar de muitas mudanças já terem sido feitas no algoritmo de busca, o Google ainda se baseia nas decisões dos seus usuários de busca.

O Google usa muitas atividades dos usuários para calcular o engajamento dos usuários. Nós falamos sobre o tempo no site, mas a taxa de rejeição e as pageviews são igualmente importantes.

Um entendimento sobre taxa de rejeição e tempo no site ajudará a definir sua estratégia de SEO.

O que significa “taxa de rejeição”? Bem, vamos deixar o Google puxar a definição mais relevante do seus arquivos:

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Taxa de rejeição nos dá um valor percentual, não uma fração ou número aproximado. As visitas no site são calculadas em percentuais. Quando as pessoas visitam o seu site, tanto o Google como os usuários devem ser tratados como um rei.

Uma taxa de rejeição alta pode ser um sinal de que as landing pages (páginas por onde os usuários entram no seu site) não sejam relevantes para o visitante. A fórmula da taxa de rejeição pode interessar a você:

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Se eles vão embora do site depois de ver uma página, é como se aquela página não entregasse muito valor.

A taxa de rejeição é uma métrica de engajamento de usuários, porque o Google monitora quantas vezes as pessoas visitam seu site, quanto tempo elas ficam e pra onde elas vão depois do site que elas chegaram.

Veja um cenário: Sempre que eu visito a Mashable ou a Moz, sempre me impressiono com a utilidade do conteúdo deles. Eu nunca li um artigo e simplesmente saí —  Eu sempre vou clicar em um link para aprender mais a respeito ou ler um outro artigo.

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Isso é o que é esperado do seu site também.

Se a sua taxa de rejeição é alta, o Google pode entender que a sua página é de baixa qualidade. Você pode logar no seu painel do Google Analytics para checar a sua taxa de rejeição atual.

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Não existe um padrão único de taxa de rejeição, porque diferentes mercados fornecem para indivíduos diferentes com diferentes tipos de conteúdo.

Sites tecnológicos pode ter uma taxa de rejeição alta, porque os usuários muitas vezes precisam de uma pequena informação. Isso pode ser um comportamento normal do usuário em sites de tecnologia.

E o Google compreende isso, porque a maior quantidade de informações é coletada desses usuários ao longo do tempo.

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Por outro lado, se você tem um blog sobre marketing na internet, onde há muitas coisas a se aprender de uma vez (ex. começar um blog, escrever artigos, construir links, email marketing, networking, etc.), uma taxa de rejeição de 70% pode ser muito alta.

Muitos SEOs pensam que a taxa de rejeição não importa, mas pode ser uma outra forma que o Google mede a qualidade do site.

Tem sempre um motivo pelo qual as pessoas saem de uma página. Talvez ela não provenha muito valor, ou talvez seja difícil de navegar.

É sua responsabilidade descobrir qual é o problema, para que então você possa reduzir a sua taxa de rejeição.

Veja a taxa média de rejeição por setor:

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Navneet Causal notou que,

Quando você começa a ver uma alta taxa de rejeição nas suas landing pages, talvez alguma coisa além do padrão do seu setor, é um sinal que a sua página e conteúdo estratégico de marketing precisam de muita atenção.

Reduzir a sua taxa de rejeição ajuda a impulsionar a sua taxa de conversão. Uma arquitetura de conversão adequada dará a você uma imagem clara de como desenvolver uma estratégia de conteúdo que fará o seu negócio crescer.

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Você pode reduzir a sua taxa de rejeição com design responsivo. O Robert Greider diminuiu a taxa de rejeição de 86% para 1,5% em 2 dias implementando um layout responsivo.

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O Simple SEO Group reduziu a taxa de rejeição dos clientes de 50% para 5% fazendo:

  • Melhorias na navegação
  • Atualizando imagens para parecerem melhor
  • Escrevendo mais claramente calls to action
  • Removendo elementos de site desnecessários
  • Melhorando a resposta do site

Eu posso continuar mostrando a você várias formas de como reduzir a sua taxa de rejeição, mas tenho certeza que você já as conhece.

Seu clientes gostam do seu conteúdo? Claro, seu post pode ser útil, mas ele está bem formatado?

Se você der uma olhada em alguns dos meus posts, você verá como eu formato meus posts em um formato fácil de ler.

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Você pode testar o quão legíveis são conteúdos são no read-able.com.

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E sobre os page views?

Visualizações de páginas é outra métrica que ajudará a melhorar seu ranking de buscas.

Lembre que visitantes únicos não é a mesma coisa que visualizações de página. Page views podem mudar. Veja um resumo das visualizações de páginas da Wikimedia por projeto, em 2008.

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Veja aqui o conteúdo das visualizações de página baseado em categorias:

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“Impressão” é uma outra palavra para page view. Uma vez que um visitante chegou até a sua página, ele lerá e verá algumas outras páginas, na esperança de ler mais do seu conteúdo inspirador.

Dados da Tendency descobriram que, “em média, um visitante vê cerca de 2,5 páginas. Cada página que um visitante vê (independentemente do tempo gasto em cada página) é marcada como uma page view.”

Baseado numa pesquisa recente, é estimado que as visitas do Bing rendam a maioria dos page views. Esse estudo foi conduzido assumindo que o Google seria a fonte da maioria dos page views.

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Isso é porque usuários de busca que vêm do Google normalmente vêm de palavras-chave de cauda longa — mas, como descoberto, essa inferência estava errada.

Já que você deve reduzir a sua taxa de rejeição, você deve também trabalhar para aumentar os page views.

Mais visitas no site resultarão em uma contagem mais alta de page views. Foque em crescer as visitas no seu blog. Stuart J Davidson alcançou 140.753 page views em exatos 12 meses relançando o seu site em novembro de 2013.

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Algumas vezes, você só tem que testar suas campanhas.

Enquanto você cria conteúdo, é vital saber o que os seus clientes ideais querem. O Swiss Ringier Group usou testes editoriais para descobrir seus melhores títulos e imagens.

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Testar com a Optimizely ajudou a aumentar a taxa de cliques nos artigos em 20%. As impressões de páginas também aumentaram em quase 5%. King Rosale, no seu comentário para a Moz, deu algumas dicas de como aumentar os page views. Dê uma olhada:

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Métricas de Engajamento #3. Menções à Marca e Autoridade do Site

Você está sendo mencionado em sites confiáveis?

É uma ótima oportunidade de enviar indicadores sociais ao Google, que pode ter um efeito multiplicador no seu ranking de buscas.

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Link building sem os links é o coração do SEO agora. O Google rastreia marcas por diversas plataformas.

Como um profissional de marketing de conteúdo, você tem a oportunidade de promover sua marca nas mídias sociais.

Na verdade, você pode usar o Facebook, Twitter, LinkedIn, Pinterest, e o Google+ para direcionar engajamento, conseguir compartilhamento do seu conteúdo e ganhar destaque. Dados recentes revelaram que o Twitter direciona a maioria das menções de marca entre os diversos setores.

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Grandes marcas que conseguem milhares de menções de marca sabem como criar valor para o seu público alvo.

Como blogueiro, você tem que colocar sua cabeça para criar posts úteis e interessantes que seus leitores não encontrem em outros lugares.

De acordo com a Linqia a razão pela qual 30,7% dos homens e 44,4% das mulheres seguem marcas nas mídias sociais é para se manter atualizado com os últimos conteúdos das marcas.

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No mundo dos negócios hoje em dia, o público determina quem consegue publicidade gratuita. No passado, você poderia direcionar influência para que a mídia te promovesse. Mas, hoje em dia, você precisa criar conteúdos incríveis.

Toda a essência do SEO e do marketing digital é desenvolver e manter uma estratégia de conteúdo de marketing efetiva. Muitas pessoas pensam que é link building, levar o blog às redes sociais, etc.

Todas essas atividades são essenciais, mas elas não deveriam ser o foco principal. Quando você tiver desenvolvido uma estratégia de conteúdo efetiva e documentada, você estará muito a frente dos 48% do profissionais de marketing de conteúdo que ignoram a documentação.

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Links ainda são importantes no SEO. Mas a forma que os links afetam os rankings agora é diferente. Nos últimos 3 anos antes da atualização Penguin, os links impulsionavam diretamente os rankings para palavras-chave de cauda longa.  Mas, no SEO hoje em dia, os links melhoram a autoridade da página.

Uma nova patente reconhecida em 25 de março de 2014, registrada por Navneet Panda e Vladimir Ofitserov, estabelece novas regras para link building, como explicado na nota a seguir:

Um link expresso, por exemplo, um hyperlink, é um link que é incluído em uma fonte de  recursos que um usuário pode seguir para navegar para um recurso alvo. Um link implícito é uma referência a um recurso alvo. Por exemplo, uma citação para o recurso alvo, a qual é incluída em uma fonte de recurso, mas não é um link expresso para o recurso alvo. Assim, um recurso em um grupo pode ser o alvo de um link implícito sem que um usuário seja capaz de navegar para o recurso seguindo o link implícito.

Cada marca e dono de site quer aumentar a visibilidade do seu site online. Se você quer ganhar a guerra pela visibilidade orgânica, construção de marca é o caminho a seguir.

Brian Dean listou a co-citação, a qual engloba menções de marca e marketing de marca, como um dos 200 fatores de Ranking do Google.

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Ele diz que,

Quando as marcas são mencionadas em um site de autoridade sem conseguir links, o Google provavelmente olha para essas menções de marca sem hyperlinks como um indicador da marca e recompensa para aquele site.

Em acréscimo a isso,

Menções de marcas em sites de notícias pode ter um impacto nos rankings de busca. Na verdade, pode aumentar a visibilidade da marca no portal Google Notícias. É por isso que algumas marcas tem seu próprio feed do Google Notícias na primeira página:

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Se você está lendo isso, você já sabe da importância dos links para construir autoridade. Mas, se lembre que muita coisa mudou no mundo do SEO nos últimos anos.

O Google desenvolveu sistemas para mensurar de onde os links vêm, e medir onde você deve ranquear nas páginas de resultado orgânico.

Menções de marcas em sites de autoridade podem transmitir muito valor de SEO para o nome do seu domínio. Sua marca pode não estar linkada, mas isso não importa.

Pode até ser um link nofollow, o qual sabemos que não transmite nenhum valor em SEO, mas o Google está começando a considerar como um indicador de marca. Para explicar esse conceito, veja um pequeno recorte do post do Simon Penson na Moz:

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Se você quiser mais menções de marca, forneça uma experiência rica de conteúdo para os seus clientes/leitores do blog.

Conteúdos valiosos melhoram a experiência dos seus clientes. Quando os clientes estão felizes, eles contarão aos outros sobre sua marca.

Quando você der aos consumidores uma experiência memorável, eles serão mais suscetíveis a compartilhá-la, citá-la e se referir a ela com seus amigos, familiares, fãs e colegas.

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O Google coleta toda essa informação e a usa para desenhar novos sistemas de algoritmos para melhor fornecer resultados relevantes e informativos para os usuários de busca.

O momento que você tiver sua marca mencionada, você pode requisitar esses links implícitos que não estão linkados nos sites de autoridade.

Você pode aumentar as menções de marca através destas táticas:

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Métricas de Engajamento #4. Páginas responsivas para Mobile

Quando se tornar adaptado para dispositivos móveis se tornou um fator de ranqueamento, 50% das URLs despreparadas caíram no ranking.

A mudança é constante. Diferentes aparelhos e plataformas que não tinham sido inventados dez anos atrás estão ganhando agora um enorme uso e participação no mercado.

Seu público alvo está contando com você para estar onde ele está.

Ser capaz de apresentar o seu conteúdo de uma forma que automaticamente e naturalmente se ajuste independentemente de onde esteja sendo visto, é crítico para a sobrevivência e o sucesso. É verdade nos negócios, esportes, entretenimento e sim, nas páginas da web.

Com um aparelho móvel, seu consumidor ideal está em qualquer lugar.  Você tem certeza que a sua marca está onde os seus clientes estão?

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O Marketing Mobile está crescendo rapidamente e mudando a forma como nós nos comunicamos com os consumidores através da internet.

Quase todos os seus prospects tem um tipo de aparelho móvel. Dados da Boostcamp Digital descobriram que “1 em cada 7 pessoas no mundo usam smartphones e 25% das buscas online são feitas em aparelhos móveis.”

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Fazer suas páginas (incluindo landing pages e outras páginas estáticas) responsivas, ou mais amigáveis para aparelhos móveis, certamente aumentará seu ranking de buscas.

Além disso, usuários móveis são um grupo alvo de consumidores. Como você pode ver no infográfico acima, 70% das buscas móveis levam à ação em sites em menos de 1 hora.

O que é design responsivo?

Uma página responsiva muda automaticamente para caber no aparelho que você está lendo, sem necessidade de reduzir o zoom, rolar ou reajustar.

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Tipicamente, havia quatro tamanhos genéricos de tela que os designs responsivos miravam: o monitor widescreen do desktop, o computador menor (ou laptop), o tablet e o telefone celular.

Marketing mobile é desenvolver uma estratégia de conteúdo mobile e direcionar usuários alvo que estejam interessados em sua oferta. E o marketing mobile produz um ROI alto.

As imagens de tela abaixo mostram diferentes tamanhos de tela. Enquanto a tela diminui, o conteúdo se ajusta e muda para a melhor disposição para cada tela.

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Consumidores querem desesperadamente uma página agradável para mobile. No mesmo sentido, em 21 de abril de 2015, o Google começou a usar o design amigável para mobile como um fator de ranking.

Um site mobile responsivo impactará o seu ranking de busca, visitas no site e vendas. Tanto companhias B2B como B2C estão colhendo as recompensas depois de redesenhar seus sites adequadamente para diferentes plataformas mobile.

A O’Neill retirou seu menu primário de navegação, permitindo aos visitantes expandi-lo ao tocar em um link. O time aumentou a fonte do site, reduziu o número de colunas e corrigiu os formulários Magento.

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O mais interessante, as novas mudanças ajudaram a O’Neill a alcançar alguns resultados bastante interessantes no iPhone/iPod:

  • Conversões aumentaram em 65,71%
  • Transações subiram 112,5%
  • A receita aumentou em 101,25%

A ThinkTank Photo reconstruiu o seu site usando um design mobile responsivo. Os visitantes mobile do site aumentaram em um ano em 13%.

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Com o novo layout responsivo, as receitas aumentaram mais que 188% da Black Friday até a Cyber Monday comparado com 2010, e eles viram um aumento de 22% em page views mobile.

O seu site é responsivo? Vamos descobrir:

i).   Primeiro passo: Vá até a ferramenta de teste de compatibilidade com dispositivos móveis do Google.  Coloque a URL do seu site (por exemplo searchenginejournal.com) dentro da barra de busca. Então, clique no botão “ANALISAR”:

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ii).  Segundo passo: Analise seu site. Deixe a ferramenta analisar o seu endereço de site.

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Agora, você pode ver se o seu site é amigável para mobile ou não. No caso, o searchenginejournal.com é:

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Finalmente, esta é a imagem de tela atual de como o site é mostrado em um aparelho móvel:

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Se a sua página não é amigável para aparelhos móveis, existem várias maneiras de corrigir isso. Os recursos abaixo podem ajudar:

Métricas de Engajamento #5. SEO Técnico Que é Estruturado para Usuários

SEO técnico suporta o seu site, exatamente como o esqueleto humano suporta o resto do corpo.

E temos que levá-lo a sério.

Muitos iniciantes em blog usam diferentes tipos de temas do WordPress sem perceberem que alguns deles na verdade têm impacto negativo no SEO, por causa de tags quebradas, CSS escondidos e todas as maneiras de códigos nefastos. Por isso você tem que ser cuidadoso de onde você consegue seus temas, plugins, add-ons, etc.

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Então como o SEO técnico é uma métrica de engajamento?

Bem, isso pode não estar entre as métricas de engajamento que você conheçe bem, mas a verdade é que o aspecto técnico de cada site é importante para o Google.

Como um CSS escondido é importante para o Google, tags de título, tempo de carregamento, páginas responsivas mobile, HTML e sitemap XML, etc, todos fazem parte do SEO técnico.

Mas não fique sobrecarregado com o termo “técnico”. Afinal, você pode não ser um programador web.

Isso não importa.  Mesmo um novato pode sacar algumas coisas básicas das entranhas de um site para melhorar sua usabilidade.

Você cria conteúdo no seu blog e provavelmente posta como convidado em outros blogs. Mas o SEO técnico nesse caso se refere simplesmente a qualquer trabalho de SEO que é feito além do conteúdo.

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Isso é importante porque se você focar somente em conteúdo, outros elementos da usabilidade do site como a audiência, tecnologia, propósito e design sofrerão.

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Essencialmente, SEO técnico é apenas deixar uma fundação sólida para permitir ao seu conteúdo as melhores chances possíveis para rankear para palavras e frases-chave relevantes.

Alguns poucos passos que você pode dar para tornar a arquitetura do seu site forte e impactante para a sua estratégia SEO de conteúdo em geral são:

i).   Criar sitemaps HTML e XML: Você está surpreso que o seu conteúdo leve de 6 a 24 horas, e algumas vezes mais que isso, para ser indexado?

Isso acontece quando sua página não é rastreável. Os robôs do Google não as descobrem, provavelmente porque o seu site é relativamente novo e não tem muitos links de sites de autoridade e redes sociais.

Um sitemap é um arquivo que conecta todas as suas páginas internas, tornando-as rastreáveis e indexáveis para os robôs do Google.

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Tipicamente, existem dois tipos de sitemaps que você pode criar: HTML e XML.

Sitemap HTML são primeiramente desenhados por usuários (humanos), mas o Googlebot e outros robôs de mecanismos de busca podem facilmente usá-los para descobrir suas páginas internas. Os links não precisam ser proeminentes, porque eles usualmente são linkados no rodapé do site.

Por outro lado, um sitemap XML é um arquivo de texto. Ele tem apenas uma URL por link. Isso é gerado por mecanismos de busca rastreadores apenas, não humanos.

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Um sitemap XML está bom se o seu site é relativamente novo ou ainda em crescimento, mas se você conseguiu um site grande com muitas páginas, você precisa mais que um sitemap XML.

Se lembre que um único sitemap não pode ter mais que 50.000 URLs em 50MB.

Dependendo do tipo de conteúdo que você publica no seu blog WordPress, você precisará criar sitemaps separados para vídeo, imagens, artigos, podcasts, etc. Deixe simples para os robôs rastearem rápida e facilmente seu site.

Você tem algumas opções para criar o seu sitemap. Primeiro, você pode usar o plugin do Bing para gerar um server side de sitemap.

Você pode usar o plugin Google XML sitemap para gerar um sitemap rastreável. Ou, use o plugin Yoast All-in-One SEO – ele tem a opção para criar um sitemap para o seu site.

Depois de criar o sitemap XML para o seu blog, você precisa enviá-lo no Google Search Console e Bing Webmasters Tools:

No Google Search Console, vá em “Enviar > Sitemaps,” e adicione todos os seus sitemaps (um de cada vez), usando o botão “Acrescentar/Teste Sitemap” no canto superior direito.

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Depois, vá ao Bing, vá até o painel de navegação “Sitemaps” e insira o seu sitemap(s):

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Atenção: Muitas pessoas esquecem esta parte. Não se esqueça de acrescentar a localização do sitemap ao seu arquivo robots.txt.

Isso mostrará aos outros robôs de ferramentas de busca o lugar exato para verificar. Além disso, se por alguma razão, você experimentar problemas com o seu envio, o Google poderá checar lá.

Seu arquivo robots.txt deveria incluir uma sessão como esta, com uma linha para cada sitemap:

User-agent: *

Sitemap: http://yourwebsite.com/my-sitemap1.xml

Sitemap: http://website.com/my-sitemap2.xml

ii).   Livre-se dos erros de rastreamento: Outro importante aspecto do SEO técnico é se livrar dos erros de rastreamento; coisas que impedem o Google de descobrir suas páginas novas, indexá-las e mostrá-las para os usuários certos.

Você quer otimizar o seu site corretamente. Mais alguns passos e seu site está pronto para ser rastreado.

Faça o login no seu Google Search Console e navegue até “Rastreamento > Erros de rastreamento”.

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Você pode corrigir todos os erros de rastreamento em lotes. Se você tem um site grande, você pode ver várias páginas que os robôs do Google tem dificuldade em rastrear.

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Para acabar com os problemas dos erros de rastreamento, arquitetura de site e tudo sobre o SEO técnico, você pode estudar os recursos abaixo:

Conclusão

Você já sabe que as coisas estão mudando no SEO. Táticas antigas que funcionaram para o Google Panda, Penguin e a atualização do algoritmo Hummingbird não funcionam agora.

O desafio que muitas pessoas têm é como elas podem ranquear melhor no Google sem serem penalizadas.

A verdade é, escutar os usuários lhe dá uma vantagem sobre os competidores que não dão tempo adequado para os seus usuários do site.

Como um professional de marketing de conteúdo e blogueiro, não seja como um daqueles que acorda, pensa em um novo tópico e começa a disparar artigos genéricos.

Eu realmente acredito em conteúdo de formato longo. Na minha experiência pessoal, conteúdo de formato longo contribuiu imensamente para o meu crescimento de tráfego orgânico, aumento nos rankings de busca e levou a minha marca pessoal para um outro nível.

Você pode não estar completamente seguro sobre a densidade de uma palavra-chave. Mas se você pode identificar questões que o seu público esteja perguntando, e também informações de pesquisas e estudos de casos, você pode criar conteúdo de alta qualidade que será compartilhado, conseguirá backlinks de autoridade e será mencionado em sites de autoridade.

Com consistência, essa estratégia de conteúdo sozinha pode crescer o seu tráfego de busca. Afinal, SEO é um projeto de longo prazo – para aqueles que estão dispostos a gastar tempo – para criar e promover o melhor conteúdo.

Quais outras métricas de engajamento você acha que têm um grande impacto nos rankings de busca e na geração de tráfego orgânico?

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